Quando nos falamos,
Clarisse,
me sinto só,
me vem um nó,
como se apenas você soubesse
dessa tristeza no meu peito.
Quando não falamos,
Clarisse,
me sinto areia,
às vezes mar,
sem o vento pra me espalhar.
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Alterando o layout.
Carnaúba 2009 | Leve minhas palavras e com elas os créditos.
1 comentários:
(...)
(uma pausa e mil compassos)
Quando nos falamos, Anderson, é como se nem fossem necessárias as palavras.
E mesmo assim a gente teima.
Te amo, eternamente.
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