Quando nos falamos, Clarisse

16 de janeiro de 2009
Quando nos falamos,
Clarisse,
me sinto só,
me vem um nó,
como se apenas você soubesse
dessa tristeza no meu peito.

Quando não falamos,
Clarisse,
me sinto areia,
às vezes mar,
sem o vento pra me espalhar.

1 comentários:

Girassol disse...

(...)
(uma pausa e mil compassos)
Quando nos falamos, Anderson, é como se nem fossem necessárias as palavras.
E mesmo assim a gente teima.
Te amo, eternamente.